Category Archives: Estudos e Reflexões

A IMPORTANCIA DA UNIDADE

“Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união”. (Sl 133.1) NVI

Não podemos negar que unidade é o termômetro de crescimento da igreja de Jesus Cristo. O texto acima expressa o sentimento do salmista Davi pela unidade dos irmãos, ou seja, do povo de Deus dizendo que é “bom e agradável quando os irmãos vivem em união”! A unidade da igreja tem  força para tirar do isolamento pessoas simples e transformar em grades na expansão do reino de Deus. Rick Warren diz que: “O trabalho em equipe é essencial para realizar qualquer projeto”. O trabalho em equipe é a evidencia de unidade da igreja. Quando olhamos para o livro de Neemias descobrimos que, em todo tempo que edificaram os muros, estiveram sob ataque. Eles necessitavam uns dos outros, necessitavam colaborar entre si, e trabalhar bem juntos. B. C. Forbes, fundador da revista Forbes, dizia: “A palavra sucesso se soletra E-Q-U-I-P-E”.

A colaboração é um princípio-chave necessário para a boa organização. Henry Ford dizia: “Reunir-se é um bom começo, manter-se juntos é progredir, pensar juntos é ter unidade, e trabalhar juntos é triunfar”. Juntos faremos coisas que não podemos fazer sozinhos. Onde há colaboração e trabalho em equipe, há um grande crescimento. R. Warren diz que: “ A colaboração é um motivador maior do que qualquer competição, ela nos faz sentir parte de uma equipe ganhadora. As pessoas influenciam umas às outras”. Salomão nos diz em Eclesiastes 4.9,10 “É melhor ter companhia do que estar sozinho, porque maior é a recompensa do trabalho de duas pessoas”. “Se um cair, o amigo pode ajudá-lo a levantar-se”. “Mas pobre do homem que cai e não tem quem o ajude a levantar-se”! Isso significa que não podemos avançar sozinhos, juntos, no entanto, causamos um grande impacto. Juntos podemos mudar a Zona Leste para Jesus. Isso é unidade! Isso é trabalho em equipe!

Pr. Zaqueu Salgado

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A Visão Missionária da Igreja

Mas receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judeia e Samaria e até os confins da terra” (atos 1.8)

A “Grande Comissão” foi o ultimo e mais enfático mandamento do Senhor Jesus. Nele encontramos quatro ênfase da visão de Deus para sua igreja:

1-         O poder Propulsor da visão- A obra não é nossa, mas do Senhor, Ele mesmo capacita seus colaboradores. Daí a necessidade de sermos cheios do Espírito Santo. Paulo disse: “Minha mensagem e minha pregação não consistiram de palavras persuasivas de sabedoria, mas consistiram de demonstração do poder do Espírito”(1Co 2.4) se quisermos fazer discípulo, precisamos se revestidos de um poder sobrenatural, e este poder está à disposição, desde que rendamos totalmente nossa vidas a Deus.

2-         Cada Cristão cumprindo a visão- o nível do relacionamento com Jesus indicará a efetividade no testemunho; se diário e constante, se realmente Cristo é Senhor de nossas vidas, com certeza nosso testemunho será real.

3-         A Amplitude da Visão – Claro que devemos ter uma visão, mas a pergunta é: a minha visão é a mesma que a de Deus ou apenas parte dela? Meia obediência não é obediência. Atos 1.8 detalha a visão mundial: (a) Jerusalém- devemos ter uma forte visão urbana. Qual é a sua Jerusalém? (b) Judeia – é importante pesquisar a situação do evangelho no seu estado. Ainda existem cidades não alcançadas? (C) Sumária – Muitos pecados estão corroendo nossa nação. Entretanto, o maior deles é o cometido pelas igrejas na falta de evangelização (d)  Confins da Terra – Cristo morreu na cruz para salvar a humanidade. Precisamos alcançar o mundo todo

4-         O Tempo da visão – o texto indica ação simultânea. A Igreja deve desenvolver estratégias que alcancem ao mesmo tempo a cidade, o estado, a nação e o mundo.

Chega de “animamento” precisamos de um avivamento espiritual que transforme nossas igrejas e nos traga de volta às bases doutrinarias da Palavra de Deus; que nos leve a experimentar o que é descrito  em Gl 2.20 – Não mais eu, mas Cristo. Não mais minha vontade, mas a vontade dele; não mais meus planos, mas os planos dele. Como resultado, vidas serão salvas, igrejas serão plantadas e o nome de Cristo será glorificado desde nossas cidades até os confins da terra.

 

Edison Queiroz – Pr. da 1º  IB Santo André

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SANTIDADE E INTEGRIDADE DOS LIDERES ESPIRITUAIS

Lendo a Bíblia em 2Cronicas 17.16, me deparo com Amasias, comandante no reino de Jeosafá. “Após ele, Amasias, filho de Zicri, que voluntariamente, se entregou ao Senhor, e, com ele, duzentos mil valorosos” Em um primeiro momento, chama a nossa atenção o fato de que foram com ele duzentos mil homens valorosos. É nossa tendência dar atenção aos números, como se estes fossem o mais importante. Na verdade, a nossa ótica deve ser o fato de que Amasias se entregou voluntariamente ao Senhor. Na verdade, santidade e integridade só devem ser reconhecidas nos lideres espirituais quando esses se entregam voluntariamente para serem usados como instrumento vivo nas mãos de Deus. Precisamos ter consciência de que não fazemos a obra. Deus a faz por nosso intermédio. Quando somos usados, Deus faz milagres por meio de nós.

Outro equivoco é quando se pensa que somos respeitados como lideres , quando temos muitos bens materiais,como dinheiro, carros,casas. A Bíblia em nenhum lugar dá ênfase a bens materiais como requesitos principal para triunfarmos na obra de Cristo. O Senhor Jesus fez uma pergunta: “pois que aproveitará o homem se ganha o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma?” (Mateus 16.26) não é pecado ser rico financeiramente. O homem que tem talento para ganhar dinheiro ou adquirir bens materiais, deve fazê-lo, desde que seja de maneira legitima, honrada, como fruto do seu trabalho ou da sua competência e sem usar meios duvidosos, que não são próprios para os servos de Deus.

O que se espera de lideres espirituais? Que se inspirem em exemplos como o de Amasias, que pôs a causa de Deus em primeiro lugar. Muito tempo depois, Jesus pregou o poderosos sermão da montanha e ensinou aos seus discípulos: “Buscai primeiro o reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas”(Mateus 6.33) buscar em primeiro lugar, não em segundo, nem em terceiro, não de vez em quando ou quando interessa.

Ser líder espiritual requer uma vida de santidade e integridade diante de Deus e dos homens; procurar apresentar-se aprovado como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade (2Tim 2.15)

 

Edgar Barreto Antunes (Pr. da 1ºIB Nova Iguaçu)

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TODOS A BORDO!

Você se lembra da Arca de Noé? Todos os que estavam na Arca foram salvos por Deus e não sofreram as consequências do Dilúvio. A Arca foi o lugar da salvação! Todos os que estavam a bordo foram salvos (Gn 6 e 7). Qual é o lugar da nossa salvação? Onde encontrar paz e sentido para a vida? Qual é a nossa “Arca”? Jesus mesmo responde dizendo: “O ladrão vem somente para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10.10). A Palavra diz: “E não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (At 4.12). Estas palavras descrevem bem o plano de Deus para todas as pessoas. Ele deseja que todos encontrem a salvação e paz que está em Jesus Cristo.

A questão não é se merecemos ou não. E sim, que precisamos! O nosso ritmo acelerado de viver, sem muito tempo e sempre atrasados, faz com que não pensemos sobre o sentido da vida e o propósito da nossa existência. No entanto, bastam poucos problemas e nos vemos perdidos e aflitos. Nestas horas, nos faltam bons amigos e bons conselhos e orientação. Todos nós precisamos saber que há alguém que se importa com nossa vida. Seu nome é Jesus! Ele mesmo disse; “Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei” (Mt 11.28).

Independentemente de quem somos e como estamos o Senhor e Salvador Jesus se importa com a nossa vida e com a nossa condição. Na Cruz Ele expressou o quanto nos ama e que não faz acepção de pessoas: “Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Rm 5.8).

Todos a Bordo é um convite para conhecer a Jesus e se amor para com cada um de nós. Venha fazer parte junto conosco destes 40 Dias e descubra o plano de Deus para a sua vida!

QUE SERÃO ESTES 40 DIAS DE TODOS A BORDO?

Usando a dinâmica dos 40 dias, queremos refletir a respeito do amor de Deus revelado em Jesus a todas as pessoas, em todos os lugares.

Todos a Bordo nos levará a conhecer e a experimentar a bondade e o amor deste Deus que se importa conosco, conforme lemos em Jr 29.22: “Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais”.

A plenitude desta paz está em Jesus Cristo. Como Ele mesmo disse em João 10.10: “Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância”.

 

Pr. Zaqueu Salgado

 

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UMA TROCA INESTIMÁVEL

Nenhum mito expôs o que está no coração humano de nossa era de modo tão magistral como a história contada por Christopher Marlowe em Doutor Fausto. O protagonista dessa peça de teatro do século XVI, escrita por um contemporâneo de Shakespeare, é um alemão, doutor em teologia que flerta com o ocultismo. O coração de Fausto é gradualmente consumido pelo amor que o aprendizado terreno, a fama e a fortuna podem trazer. O diabo aparece a Fausto na pessoa de Mefistófeles e lhe faz uma oferta memorável. “Venda a sua alma para mim por toda eternidade e eu lhe concederei todos os seus desejos aqui na terra”. Fausto luta contra as implicações eternas dessa oferta. Mas seu amor pelo mundo é mais forte que seu amor por Deus, por isso Fausto aceita a oferta satânica e negocia a sua alma. Para a alegria de Fausto, o diabo cumpre o que prometeu. O coração ganancioso de Fausto fica cheio de conhecimento, conquista riquezas, fama e muitas mulheres. Mas o seu tempo na terra acaba chegando ao fim. O diabo aparece para cobrar a sua divida. Na hora de sua morte. Fausto percebe que caiu em uma armadilha. Ele reconhece que fora um tolo em trocar os prazeres eternos pelos prazeres volúveis desta vida. Mas é tarde demais. Não há saída (ao menos na versão de Marlowe). Incapaz de comprar sua alma de volta, Fausto é tragado pelo inferno e passa sofrer tormento eterno. O mito de Fausto é a nossa história. É uma descrição do mundo moderno e da humanidade de hoje em dia, esteja ela em Nova Iorque ou na África. Abrir mão dos prazeres de Deus em troca dos prazeres deste mundo é uma preocupação moderna. Os cristãos não estão imunes a esse aspecto do espírito secular. Enquanto o secularismo muitas vezes usa a máscara do ceticismo e do ateísmo, também pode usar a máscara da religiosidade. Deus não é buscado como um fim em si mesmo, mas como um meio de alcançar os fins seculares, o fim faustiniano; riqueza, prazeres terrenos e fama. As versões do evangelho que prometem saúde e riqueza vêm imediatamente a nossa memória. Porém, algumas negociações mais sutis com o demônio podem ser feitas nos bancos da igreja. Podemos buscar a Deus para dar continuidade a um casamento, concertar a vida de nossos filhos ou encontrar o em prego certo. No entanto, o problema não está limitado aos cristãos sentados nos bancos da igreja. Os vocacionados para o ministério também podem sucumbir ao “espírito de Fausto”. A área onde essa percepção secular realmente toca a nossa vida é a adoração. Um amor demasiado pelo mundo ataca a raiz da adoração, seja ela feita em particular, ou em público. Sem pensar cantamos sobre “doces momentos de oração” e louvamos a Deus “fonte de todas as bênçãos”, mesmo que nossa mente esteja pensando na festa de ontem, nas próximas férias ou no carpete novo para a nossa sala de estar.

Como podemos renovar a adoração em seu nível mais básico? Como podemos aumentar a convicção de que o Deus triuno é o maior tesouro desta vida? Precisamos de algumas ideias, algumas boas ideias, que nos ajudem a furar essa “bolha de sabão” da afeição pelo mundo e redirecionar a nossa congregação, nossos alunos de escola bíblica e nosso próprio coração de volta para Deus.

Extraído do texto de Richard Baxter

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IGREJA PERSEGUIDA

A Igreja de Cristo ao redor do mundo é normalmente identificada com a livre comunhão, encontros públicos de adoração, leitura zelosa da Palavra e disposição para proclamar o evangelho de Deus.

Porém, essa não é a realidade de todos, especialmente da chamada Igreja Perseguida. Há muitos que, por seguirem a Cristo, estão sujeitos a diversos tipos de perseguição, discriminação e provações. Vários são sequestrados e sobre eles nada se sabe. Muitos vivem encarcerados, seja de forma física, social ou emocional. Milhares são deslocados de suas casas e terras a cada ano.

Milhões são preteridos de professar abertamente a sua fé. Há ainda aqueles que sofrem pela exclusão familiar. Um em cada três cristãos no mundo de hoje enfrenta algum tipo de perseguição, e cerca de 120 milhões habitam em regiões onde há repressão hostil à sua fé.

É certo que a perseguição não é um fenômeno novo na história do povo de Deus. Em Atos 8, a Igreja que amava a Jesus passou por uma longa provação.

Lucas nos diz que a Igreja era “perseguida”, utilizando aqui o vocábulo grego, que significa um forte e visível ataque, para indicar que o sofrimento da Igreja nesta época de dispersão era perceptível por todos. Homens e mulheres eram mortos, outros encarcerados, famílias partidas ao meio e aqueles que conseguiam fugir deixavam para trás suas vidas e história.

Pintando esse quadro, Lucas também expõe que a Igreja “pranteava” a morte de Estevão, usando a expressão , que significa dor da alma. Esse termo mostra o sofrimento emocional pelo qual passavam. No verso seguinte notamos que Saulo “assolava” o povo de Deus, utilizando-se aqui a expressão, que possui a mesma raiz da usada em João 10.10, ligada à destruição da fé e das convicções, quando se refere àquele que veio roubar, matar e destruir.Trata-se de um sofrimento espiritual.

Esses três tipos de sofrimento, descritos em contexto de perseguição em Atos 8 (físico, emocional e espiritual), podem muito bem ilustrar as vias de dor da igreja ao longo de sua história, bem como nos dias de hoje.

O Salmo 126 nos fala sobre a relação entre a caminhada e o choro da Igreja. Quem sai andando e chorando enquanto semeia voltará para casa com alegria trazendo seus feixes, o fruto do trabalho. Para seguirmos o Caminho é necessário andar e chorar, e é certo que muitos fazem ambas as coisas.

Devemos nos lembrar da Igreja Perseguida. A dispersão indesejada, a insegurança que parece não amenizar, a incerteza do amanhã – também do hoje – e o sentimento de que há ainda um caminho longo demais a percorrer.

Devemos nos ajuntar a estes para chorar com os que choram (encorajá-los, orar com eles e apoiá-los) para que na graça do Pai sigam com fé por este caminho estreito que os levará à Alegria que se renova pela manhã.

(Fonte: Revista Portas Abertas – Maio de 2012).

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Planejado para Agradar a Deus

Tu criaste todas as coisas, e é para o teu agrado que elas existem e foram criadas. Apocalipse 4.11; nlt – Pois o Senhor está contente com o seu povo. Salmos 149.4; ntlh

Você foi planejado para agradar a Deus. No instante em que você nasceu neste mundo, Deus estava lá como testemunha invisível, sorrindo ao assistir seu nascimento. Ele quis que você vivesse, e sua chegada lhe deu enorme prazer. Você existe para benefício, glória, propósito e prazer de Deus. Quando você tiver compreendido plenamente essa verdade, jamais voltará a se sentir insignificante, pois isso prove o valor que você tem. Se você é tão importante para Deus, e ele o considera valioso o suficiente para mantê-lo consigo por toda a eternidade, que maior relevância você poderia alcançar? Você é um filho de Deus e proporciona prazer ao coração dele como nada mais que ele já tenha criado.
Um dos maiores dons que Deus lhe deu foi a capacidade de apreciar o prazer. Ele o dotou com cinco sentidos e emoções, para que você pudesse experimentá-lo. Ele deseja que você aprecie a vida, não se limitando a apenas suportá-la. O motivo pelo qual você pode sentir prazer é que Deus o fez à sua imagem.
Dar prazer a Deus é o que se chama “adorar”. A Bíblia diz: O Senhor se agrada somente daqueles que o adoram e confiam em seu amor (Sl 147.11). Qualquer atitude sua que venha agradar a Deus é um ato de adoração. Os antropólogos perceberam que a adoração é um impulso universal, posto por Deus na estrutura de nosso ser, uma necessidade intrínseca de nos ligarmos a Deus. Adorar é tão natural quanto comer e respirar. A razão pela qual Deus nos fez com esse desejo é que ele anseia por adoradores! Jesus disse: São estes os adoradores que o Pai procura (Jo 4, 23). Dependendo de sua formação religiosa, pode ser que você precise ampliar sua compreensão do termo“adorar”. Você talvez imagine cultos na igreja em que haja cânticos, orações e se escute uma pregação. Ou talvez você imagine um cerimonial, velas e uma ceia. A adoração pode incluir esses elementos, mas vai muito além dessas manifestações. Adorar é um estilo de vida.
Não o adore somente nos cultos na igreja, pois nos foi dito: Procurem a ajuda do Senhor; estejam sempre na sua presença (Sl 105.4) e Cantem glórias e louvem ao Senhor desde o nascer até o pôr-do-sol. (Sl 113.3). Na Bíblia, as pessoas louvavam a Deus no trabalho, em casa, na batalha, na prisão e outros. Louvar deveria ser sua primeira atividade, assim que abrisse os olhos pela manhã, e sua última atividade, ao fechá-los à noite. Davi disse: Eu agradecerei ao Senhor o tempo todo. Minha boca sempre o louvará. (Sl 34.1). Cada atividade pode ser transformada em ato de adoração, quando você a faz para louvar, glorificar e agradar a Deus. A Bíblia diz: Assim, quer vocês comam, bebam ou façam qualquer outra coisa, façam tudo para a glória de Deus. (I Coríntios 10:31). Martinho Lutero disse: “Uma ordenhadora pode tirar o leite das vacas para a glória de Deus”.
Como é possível fazer tudo para a glória de Deus? Ao fazer tudo como se estivesse fazendo para Jesus e mantendo uma conversa contínua com ele durante sua atividade. A Bíblia diz: Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens (Cl 3:23 ). Este é o segredo de um estilo de vida em adoração — fazer todas as coisas como se fosse para Jesus. Ame Jesus! Pense Nele o tempo todo e Viva com Ele!

Fontes: Livro: Uma Vida com Propósitos, Rick Warren, Editora Vida

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ENCERRAM-SE OS 40 DIAS DE RENDIÇÃO

Quarenta dias de rendição foi o tema estudado e vivido pelos Pequenos Grupos de nossa igreja. Acredito que foi quarenta dias de confronto pessoal e espiritual, isso porque uma vida de rendição é sem dúvida uma vida de compromisso com a grande comissão instituída pelo nosso Senhor Jesus Cristo de testemunhar o seu evangelho em todos os ambitos de nossa vida. Aprendemos que render-se ao senhorio de Jesus requer: obediência, perdão, oração, consagração, dedicação a leitura da palavra, renuncia, testemunho e etc. A sociedade que ver o resultado dessa transformação de vida que o Senhor Jesus nos outorgou, ou saber verdadeiramente quem são esses que se renderam a Jesus como Senhor e salvador, o que eles tem feito em prol do Reino de Deus. Não podemos negar que o crescimento da igreja evangélica no país tem crescido de forma surpreendente. 

Conforme a revista 100 Dias que impactarão o Brasil da Junta de Missões Nacionais, em artigo escrito pelo pastor Roberto Amorim de Menezes, ele cita que no último senso entre 2003 e 2009 os evangélicos passaram de 17,9% para 20,2% do total de brasileiros. Estima-se que na próxima década seremos a metade da população. No entanto, creio que a questão mais importante para a obra missionária não é aquela que indaga pelos números – “quanto somos”? Mas aquela que pergunta pela nossa identidade – “quem somos”? A comunidade evangélica cresceu, mas os indicadores sociais continuam sendo desafiadores, o crack tornou-se uma epidemia, o numero de divorcio aumentou, a criminalidade tornou-se cena comum nas grandes e pequenas cidades, a violência contra a criança e a mulher ocupa espaço em todos os jornais do país, as florestas e os rios agonizam. Os sinais de apodrecimento social estão por toda parte e revelam a ausência daquilo que, na visão do Senhor, impediria tal processo – o testemunho de sua igreja. 

Faz parte da missão do sal preservar a vida e interromper todo processo de morte. Igreja só é igreja quando voltado pra “os de fora”. Precisamos como o Senhor Jesus nos aproximar de todo aquele que é socialmente evitado – o dependente químico, a pessoa com necessidades especiais, as crianças abandonadas, gente por quem o Senhor morreu. Quem teve o privilegio de compartilhar os 40 dias de rendição nos Pequenos Grupos, com certeza já estão prontos para viver de forma prazerosa o verdadeiro evangelho, pregando, discipulando, e multiplicando na vida da igreja Batista Centenário. Uma vida de rendição é uma vida de excelência e de profunda intimidade com Deus. Amém!

 

Pr. Zaqueu Salgado

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Família

Eu e a minha família serviremos ao Senhor.

Josué 24.15b

Estamos encerrando o mês da família, agradecendo a Deus pelo tema que foi oportuno e abrangente, acredito que muitas famílias foram edificadas. Não tenho duvidas de que muitas famílias estão se destruindo por não terem sabedoria de colocarem as suas prioridades em ordem. A pergunta é: “Qual tem sido a sua prioridade”? Obviamente que na escala de prioridade da família cristã, Deus sempre estará em primeiro lugar. Se isso não acontecer, o chefe da família estará na condição de insensato, que edifica  a sua casa no lugar inadequado sujeito a cair com a ação do tempo. Precisamos como família priorizar também a leitura da palavra, na certeza de ela sempre será a “lâmpada para os nossos pés e luz para os nossos caminhos”. Toda família cristã precisa estar cheia do Espírito Santo, pois ele sempre será o nosso consolador de todos os momentos, isso implica numa vida santidade, todos andando no Espírito, sem com isso fazer os desejos da carne. A família precisa viver em amor. Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo. Precisamos frutificar, ou seja, produzir em nosso lar o fruto do Espírito, nossos filhos precisam crescer sabendo e vivendo o amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. E a palavra diz que contra essas coisas não há lei. Eu fico impressionado com a coragem de Josué que chamou a responsabilidade para si assumindo em nome de toda a sua família o compromisso de servirem ao Senhor. Isso significa que como cabeça da família o marido precisa tomar decisões sabias e a exemplo de Josué a melhor decisão é realmente servir ao Senhor. Mas, será que servir ao Senhor tem sido a sua prioridade como cabeça da família? Será que você tem uma vida de fidelidade a Deus o suficiente de chamar a responsabilidade para si  em nome de sua família? Para muitos cristãos é mais fácil perder a família para o mundo do que ser fiel a Deus e assumir a responsabilidade de conduzi-la nos caminhos do Senhor. Acredito que a partir de agora todos sabem qual é a verdadeira prioridade daqueles que servem ao Senhor. Ensine isso aos seus filhos e você verá os filhos de seus filhos desfrutando das bênçãos do Senhor e a paz reinará eternamente no seu lar.

Pr. Zaqueu Salgado

 

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Família: Nunca é tarde para recomeçar!

Pois todos os nossos dias se passam na tua ira; acabam-se os nossos anos como um breve pensamento. Os dias da nossa vida sobem à setenta anos ou, em havendo vigor, a oitenta; neste caso, o melhor deles é canseira e enfado, porque tudo passa rapidamente, e nós voamos.” Salmo 90. 9 e 10

A família é uma instituição de grande valor, e pra Deus ela tem um valor inestimável. Porém, desperdiçamos momentos significativos de nossa vida, quando não sabemos ou não queremos nos relacionar melhor com aqueles que Deus colocou em nossa vida. Considero isso, por saber que a vida é muito curta. Este sentimento deve nortear nossa existência, possibilitando o aproveitamento da vida o máximo, para abençoar todas as pessoas que cruzar o nosso caminho.

Durante estes anos que se passam eu pergunto: Será que pude contribuir positivamente com as pessoas que passaram por mim nestes anos? Refiro-me mais aos meus familiares em geral. Quando nos encontramos com nossos parentes que já não vemos há algum tempo, notamos que estamos envelhecendo cada dia e num balanço muito simples de nossa existência, veremos fatalmente que deixamos a desejar em muitas áreas.

Você irmão (a), deve fazer algumas perguntas a si próprio: Será que fui amigo, companheiro nas horas difíceis ou não? Quantos eu pude ajudar de fato com uma atenção de qualidade e não somente alguns momentos de reencontro? Quantos eu pude falar do amor de Jesus? Enfim qual o valor que estas pessoas como cônjuges, filhos, netos, bisnetos, avós, pais, irmãos(ãs) tios(as) primos(as) sogros(as), cunhados(as), noras, genros, etc. representam para mim? Será que em algum momento não ouve nenhuma inimizade, intriga, falta de perdão, ódio, mágoa, ressentimentos, desapontamentos diante de algum deles. Em qual momento ou circunstâncias da vida deixei de fato de ser benção na vida destas pessoas do meu coração?

Medite: Como tem sido os meus procedimentos para com meus familiares. Devemos parar e pensar: Como a vida é realmente curta!. Como desperdiçamos nossa vida com futilidades. Como não priorizamos o que realmente deveria ter valor. Digo isto, pois aqui na terra os nossos dias vão se findar. E que deixaremos como legado? Como seremos lembrados? Como um familiar rabugento, alguém considerado ruim em proceder com as pessoas, mal visto e indesejado ou alguém de boa índole, bom, amigo, de fato de valor e que procurou se relacionar com todos da melhor maneira possível? Dedicando a eles um tempo de qualidade. Evitar o máximo brigas, discórdias e tudo que pode nos separar. Precisamos constantemente exercer atitudes de perdão, de compaixão e de misericórdia. Peçamos sabedoria e discernimento do alto, para que com criatividade e uma boa dose de boa vontade, passarmos a nos envolver mais em família enquanto temos os nossos queridos por perto… Pense nisto e seja feliz em Cristo Jesus.

 

Diácono Célio Roberto

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